28 de novembro de 2012

Sem atas


Deixámos, novamente, de ter direito às atas. Há quatro meses que não são emitidas. Porque será? Não é, com certeza, por falta de vereadores, dirigentes ou funcionários. Só pode ser por falta de respeito pela lei e pelos cidadãos eleitores.

23 de novembro de 2012

Histórias de alterne

O PS já pode importar candidato, se for esse o seu desejo. A CNE deliberou sobre a questão da limitação de mandatos. Contrariamente à lógica da própria lei. E a lembrar o "direito circular" em que interpretações do fisco se sobrepõem à Lei (mas essa também nunca é clara). De relembrar que já tínhamos assistido ao triste espectáculo do CDS votar contra uma proposta do BE para reduzir em 50% a subvenção das campanhas para depois propor esse corte ao PSD que, logicamente (mas alguma vez podemos prescindir do porco no espeto e a animação musical), não o aceitou.

Em Portugal legislamos mal e porcamente. Fosse a Assembleia da República uma empresa com avaliação de desempenho implementado e cheira-me que não havia semana sem despedimentos com justa causa. Mas esperem, há uma espécie de avaliação de desempenho. Periódica, até. Chamada eleições legislativas. Não consta que funcione de forma eficaz no que toca a eleger os melhores.

Eis a política local no seu melhor


A RATA terá pelo menos o mérito de revelar, com maior nitidez, as criaturas que gravitam na política local (e também nacional), constituída por demagogos, populistas, troca-tintas, vácuos, etc.
Eis mais um episódio que o confirma.

20 de novembro de 2012

Pombalenses excelentíssimos (e sem medalhas) I

O David Mendes é um rapaz de Vermoil que passa discreto em qualquer lugar. Foi assim quando colocou de pé o Museu João de Barros (então ao serviço da junta de freguesia local) e é assim agora, quando pairam sobre ele as luzes da ribalta. O David acaba de lançar um jogo didático (para miúdos e graúdos) sobre a História de Portugal. Chama-se Quinto Império e pode ser apreciado este fim-de-semana no Mercado de Santana, em Leiria. (http://www.facebook.com/events/295890283854348/?fref=ts)
Não consta que tenho recebido qualquer medalha.


19 de novembro de 2012

Dúvidas II

Sobre a falta de solução do PS local, continuando este ainda e sempre à espera do seu D. Sebastião, não tenho dúvidas como as que mencionei noutro post. Mas 20 anos de poder necessitariam de ter uma alternativa. Melhor do que uma alternância, uma alternativa. Mas os anos passam e a regeneração do partido, que apenas se vê nos actos eleitorais internos, continua adiada. Não me atrevo a achar que 2013 sejam favas contadas. mas parecem. A menos de um ano de distância, com o PSD a, mais uma vez, unir-se no cenário mais improvável (mesmo que tal como o Adelino Malho, tenha algumas dúvidas sobre a solidez dessa união), a solução, para o PS, não passa apenas por um candidato. Disso tenho a certeza.

17 de novembro de 2012

Mais um final infeliz


Encerra hoje, sábado, a Livraria K de Livro. Mais uma vítima da crise, apesar das várias tentativas para a fintar. Quando, há quase 10 anos, abriu este espaço (onde hoje encerra), surgiu também um espaço que só comercializava livros. Durante esses 10 anos, criaram-se hábitos, clientes e a casa tornou-se uma referência na irregular vida cultural da cidade. 

Agora, num cenário que se vai repetindo pelo país fora, os pequenos negócios sofrem com a crise e o que durante pouco tempo deixou de ser um luxo, o comprar um livro, apesar da ganância galopante das editoras que tanto valorizam capas, vendendo um produto a preços elevados (porque razão nunca o livro de bolso ou de capa mole e sem capas bonitas pegou em Portugal?), voltou a ser um luxo. E isso lamentavelmente, porque a cultura nunca o deveria ser. E Pombal também fica mais pobre. Dir-me-ão que isto, para além de todo o resto, resultado do mercado (e do oligopólio das editoras) e da opção dos próprios pombalenses em comprar noutras superfícies. Talvez. Eu que deixei praticamente de comprar livros que não fossem profissionais, sei bem que são as opções e escolhas económicas dos indivíduos que, as mais das vezes, vão contra o que idealizamos neste campo: livrarias pequenas e bem servidas, onde o serviço personalizado suplanta qualquer outro benefício (mesmo o de fazer todas as compras no mesmo sítio).

Por isso, desculpar-me-ão a nota pessoal, mas ao Gil e à Natalie fica, enquanto cidadão, o meu obrigado por terem ajudado a que a paisagem cultural de Pombal fosse menos árida durante quase uma década. Sobram naturalmente outras coisas, e boas, mas uma livraria faz falta, porque deverá ser tudo menos um lugar de luxo. 

E numa altura em que quem pensa volta a ver-se rotulado, pejorativamente, de "intelectual", uma livraria nunca devia ser um luxo a manter a todo o custo, mas algo de natural no funcionamento e tecido de uma cidade. Espero também que um dia se perceba que as regenerações são mais do que mudar fachadas e ruas, mas essencialmente garantir condições para um conteúdo que atraia. Fecha-se um ciclo. Espero que não para sempre. 

16 de novembro de 2012

Dúvidas I

A notícia é do Região de Leiria da semana passada e já aqui foi abordado, na sua maioria, o conteúdo da mesma. Mas continuo com dúvidas: 

- o que terá sido garantido a Narciso Mota para recuar (relembremo-nos que em relação aos mandatos, era por esta altura que recuava sempre no "nem mais um") e para apoiar a solução Diogo Mateus? Tendo eu a dúvida que seja uma questão de lucidez política, até porque quem vive com o coração ao pé da boca normalmente não oferece garantias disso (e o próprio Diogo que o diga), será a constatação de que valendo a lógica do "rei morto, rei posto", mais vale ir garantindo créditos para utilização futura? 

- Pedro Pimpão não passou de lebre, como alguém aqui escreveu em tempos ou o facto de, enquanto Deputado, defender, apesar de não a verbalizar, a posição do seu partido no que toca à RATA contra a vontade manifestada na Assembleia Municipal, imolou qualquer hipótese junto de quem arregimenta os votos localmente?

- A hipótese João Gouveia viola ou não viola a lei? Também aqui já foi discutido, mas esta transferência de candidatos, numa aparente violação do espírito da lei (já que nem os responsáveis se lembram do que queriam com a mesma), mais uma vez ajuda ao acto de pregar os pregos no caixão da credibilidade do sistema?

15 de novembro de 2012

Ainda o descrédito das medalhas


Já muito aqui se escreveu sobre o descrédito das medalhas, nomeadamente como o cidadão comum vê a atribuição desregrada de medalhas pelo município. Mas, nos últimos dias, ficamos a saber muito sobre como é que os medalhados (reais e potenciais) olham para as medalhas. Há de tudo um pouco: os que anseiam desesperadamente por uma (passaram por aqui alguns), os/as que as recusaram, os que as recusaram para depois as receberem e se gabarem disso publicamente.

Cada vez mais me convenço que o grande injustiçado na atribuição das medalhas foi o cão do JGF.

PS: os agraciados pelo município, tal como os agraciadores, nem se dignaram assistir ao espectáculo comemorativo do dia do município. Pobre gente: que faz pobre, pobre terra.

E o povo, pá?

Há qualquer coisa de onírico nas notícias que nos chegam das freguesias atingidas pela RATA. De repente, nascem grupos no Facebook de cidadãos de Albergaria preocupados com a supremacia latente de Santiago de Litém, como se lhes roubassem a própria independência. Ao mesmo tempo, a presidente de Junta de São Simão toma a iniciativa de avançar para o luto e para a luta, colocando a bandeira da freguesia a meia-haste. Na Ilha, já se fez sentir o desagrado do povo, em reunião própria, pois que está bem de ver no que vai dar uma agregação - em que a Unidade Técnica aponta para a junção daquela com as vizinhas da Guia e Mata Mourisca. Ora acontece que é precisamente ali, naquela pacata freguesia, que amanhã se realiza uma sessão extraordinária da Assembleia para debater o assunto. E isso trouxe-me à memória um dos episódios mais caricatos da minha infância: a localidade onde agora não se passa nada, já foi palco de manifestações populares tremendas, como aquela em que o povo saiu à rua armado de forquilhas e enxadas, nos idos de 70, em revolta contra um padre. Com aquele povo não se brinca. Nem com esse, nem com outro. E era isso que os mais altos responsáveis autárquicos de Pombal deveriam ter tido em conta, quando não perceberam o que estava em causa: esta gente do Governo não quer saber se há afinidades ou deixa de haver. E pouco lhes importa se a vontade do povo é ficar ou partir.
Tal como poucos vaticinaram quando o concelho se pronunciou sobre a Reforma, em Lisboa basta-lhes uma régua e um esquadro para dividir o mapa. Dividir para reinar, portanto.
Entretanto, pára tudo, que vem aí o PS marcar a agenda e clamar  uma reunião para discutir o assunto, o que quer dizer que são exageradas as notícias sobre a sua morte. Ou não.

Se o meu Castelo falasse

... Em Pombal a caminheira encontrou portões cerrados: "Tem uma placa à porta a dizer que está fechado e vi gruas lá dentro", sinal de obras em curso que, por sinal, já deviam ter terminado há bastante tempo.... (obrigado, João Coelho, pela chamada de atenção)

Sabemos que não é uma (só se houver outras mais pequenas lá dentro), mas não interessa. Qualquer dia está mais tempo fechado do que o tempo que levou a construir... Pombal, Concelho com estórias (e monumentos fechados e horários de museus de função pública).

Felizmente, nem tudo é assim: há a Anta da Arroteia, mas isso fica para outro post.

12 de novembro de 2012

Armadilhas


A “armadilha” do candidato do PSD está consumada. E, pasme-se, com unanimidade. Para tal bastou que Narciso Mota defendesse a candidatura do eterno delfim rival na comissão política. Narciso Mota teve que engolir o sapo todo e teve, ainda, que mostrar deleite. Hipocrisia ou interesse? Talvez um misto dos dois.
Mas o “pacto” armadilhado trará consequências: para desalinhados e, também, para alinhados, porque não haverá lugar para todos.
E dúvida das dúvidas, com tanta desconfiança e diferenças de estilo e orientações, resistirá o “pacto” muito tempo?

Arte ou tolice?

Como seria de esperar (e aqui foi dito) a RATA parida pelo PSD e seus correligionários do governo foi motivada por argumentos difusos e pouco fundamentados. Como tal revelou-se desonesta e nada séria.

Face a este cenário, qual foi a resposta do PS local? Fazendo fé nos ecos que chegam da comunicação social, a preocupação dos socialistas está no facto desta RATA criar um mapa eleitoral adverso ao partido em Leiria. Segundo os seus líderes, “a unidade técnica para a reorganização Administrativa do Território teve objectivos políticos e partidários” e o PS, neste cenário, corre o risco de perder 11 das 17 freguesias que actualmente lidera no concelho de Leiria.

Diz o povo: "quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é tolo ou não tem arte". E a verdade é que engenho e arte não faltam a estes políticos. Tolos somos nós que votamos neles.

11 de novembro de 2012

É dia de festa?

A sessão solene(?) comemorativa do Dia do Município marcou, esta manhã, o fim de uma era. Narciso Mota sabia disso e fez uma espécie de balanço dos mandatos passados, entre quilómetros de estrada, tubagens de saneamento, dinheiro às IPSS's e medalhas ao quilo.
Como já aqui dissemos tudo o que o tema merece, serve esta nota apenas para dar conta de uma sintonia inesperada entre eleitos e eleitores: quando nem o próprio executivo se leva a sério (vereadores e presidente    mantiveram um registo jocoso durante quase toda a cerimónia), como é que nós o poderemos encarar?


10 de novembro de 2012

Última hora: medalhados extra

O presidente da direcção do Rancho Folclórico "As Ligeirinhas de Antões", José Silva (médico aposentado)     e a Nemoto (fábrica japonesa ainda instalada no Parque Industrial Manuel da Mota) entraram à pressa no rol de medalhados de amanhã.
Mas porquê? - perguntará, legitimamente, o leitor/munícipe.
É certo que o administrador da Nemoto já foi medalhado há anos pelo município - mas isso foi antes de fazer 70 anos  - e ter tido a cortesia de convidar o presidente da Câmara a assistir às comemorações, no Japão. Por isso, ano após ano uma pessoa/instituição vai subindo na hierarquia da medalha.
Ora, se a Câmara vai medalhar Carlos Mota Carvalho - que acumula a presidência do GD Guiense com a do Rancho Folclórico e Artístico de Antões - certamente caía mal na localidade de Antões (que vive há mais de 30 anos uma rivalidade anedótica à conta dos dois ranchos) tal discriminação.
Nesta hora, ocorre-me uma moda d'As Ligeirinhas, que diz mais ou menos isto: "fui ao baile aos Antões/e ninguém me lá bateu/cada um já tinha a sua/cada uma tinha o seu".
Agora passem no Cardal antes da cerimónia e não tenham cuidado...

8 de novembro de 2012

A UTRAT ratou


Como a Assembleia Municipal (AM) não se pronunciou, a Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território (UTRAT) ratou: propôs, a sul, a agregação das freguesias de Albergaria-dos-Doze, São Simão e Santiago de Litém e a noroeste a agregação das freguesias da Guia, Mata Mourisca e Ilha.

As justificações da UTRAT para agregação das freguesias são patéticas. Para além de uma ou outra banalidade agarram-se à disponibilidade para a agregação manifestada pelas respectivas assembleias de freguesia, ignorando, no entanto, as diferentes motivações de cada uma delas.

Consequentemente, se a proposta vingar, ficaremos pior do que estávamos: mais desiguais e mais assimétricos.

Pobre País: que continua desgovernado por políticos fracos, que por populismo se demitem das suas responsabilidades; e por tecnocratas intelectualmente desonestos que não estudam os problemas e se limitam a fazer favores políticos, sem olhar às consequências das suas decisões.

6 de novembro de 2012

Parcerias de Regeneração Urbana. Par... quê?

A página sobre as Parcerias para a Regeneração Urbana começa por falar numa "Nova Cidade". Depois explica as intervenções, com apresentação e tudo, elencando os custos de algumas que até já foram feitas: 

  • Requalificação e Reestruturação da Área Histórica de Pombal - 3.852.793,95€ 
  • Passagens Pedonais Inferiores à Linha Férrea - 953.843,05€ 
  • Jardim das Tílias - 333.666,40€ (Obra concluída) 
  • Valorização Paisagística do Castelo de Pombal e Área Envolvente - 3.083.914,23€ (Obra a decorrer) - Esta é pior que as de Santa Engrácia. 
  • Recuperação da Ponte D. Maria - 618.678,91€ 
  • Intervenção no Largo S. Sebastião - 3.014.473,48€ 
  • Centro de Negócios - 991.093,56 € 
  • Reabilitação e Conservação da Igreja Matriz - 90.629,00€ 
  • Projectos de Animação de Parceria e Eventos - 360.000,00€
São cerca de 13 milhões de euros, comparticipados em 80% (se não estou em erro) de fundos comunitários. Ou seja, aproximadamente 3 milhões provêem do nosso Orçamento. 

Mas a questão do dinheiro é apenas uma das vertentes do problema. A questão central, que não é de agora, é outra: gastaram-se e vão-se continuar a gastar milhões para quê? Tal como outros posts já mencionaram, a zona Histórica está a desertificar-se de forma violenta e estas intervenções servem para quê? Já sabemos que as obras para espetar placa vão acabar (felizmente), mas esta intervenção - no geral - vai redundar em quê? Que as margens do rio que não existe vão ficar mais bonitas e acessíveis, tudo bem, mas a requalificação (a refundação dos autarcas, é o que é), vai dar exactamente em quê? Vai-se inverter a desertificação comercial e habitacional do Centro Histórico? Vai haver vida? Iniciativas? Vai-se aproveitar para transformar o único postal urbano que temos numa Praça e ruas com vida? É que esta também é uma das heranças do consulado de Narciso Mota: os projectos para a placa, onde não se pensa no depois mas apenas no como chegar lá. Mais um parque de estacionamento (Largo São Sebastião) ao pé de outro que foi, literalmente, um buraco. Para trazer pessoas para fazerem o quê? Há alguma proposta, por exemplo, que vise dinamizar o mercado de arrendamento naquela zona. Há algum estudo/ideia/projecto que crie uma centralidade na Zona Histórica? Não deveria ser esse o fim?

Construir uma nova cidade, diz a página. Sim, concordamos todos. Mas os espaços urbanos não se fazem apenas de construções, fazem-se de pessoas. Daquelas que têm espinha e dizem mais que sim. Se calhar esse é o problema. Um dos. 

5 de novembro de 2012

O Zé das Medalhas

Sou eu que sou piegas ou mais alguém se sentiu envergonhado com a lista de condecorações do dia do município? Desta vez o executivo camarário ultrapassou todos os limites.

Em primeiro lugar o número. Com tanta distinção, a importância do prémio é praticamente nula. Num país onde a expressão de Almeida Garrett  "Foge cão que te fazem Barão! Para onde, se me fazem Visconde?" já subiu à categoria de provérbio popular, quem nunca foi agraciado pela Câmara ou pelo Presidente da República corre o risco de ser apontado na rua.

Depois temos a lista em si. Para além de não se perceberem os critérios com que foi elaborada, por que raio de carga de água o nome de Ricardo Vieira (só para dar um exemplo) tem que aparecer ornamentado com todos os títulos académicos e o nome da esposa de Tomé Lopes não merece ser referido? E será que a tinta que se gastou nos Engs e Drs não daria para evitar o tratamento informal a Tó Silva e aos seus filhos?

Caro Presidente da Câmara, caros vereadores: a autarquia deve reconhecer o mérito sempre que for caso disso. Mas este só deve ser traduzido em medalhas e títulos municipais em ocasiões especiais. Caso contrário tornam banal o que deveria ser excepcional.

2 de novembro de 2012

O dia dos mortos

Cada vez que ouço notícias da nossa terra tenho a sensação de estar a assistir a uma novela mexicana. Agora até comemoramos o dia dos mortos (hoje, dia 2 de Novembro), com direito a procissão a exibir o defunto pelas ruas da cidade. O defunto é o jornal "O Correio de Pombal" e o mordomo o seu proprietário.

A diferença está que, no caso da tradição mexicana, o evento é carregado de simbolismo, de tal forma que a UNESCO já declarou a festa como património da Humanidade. No nosso caso, cheira mal. Simplesmente.

Dinossauro Gasossauro


A nossa região é rica em Dinossauros. Ficámos agora a saber que o das Caldas é do tipo Gasossauro. Usa como moeda de troca o Gasóleo.
Coincidências. É o que temos. Mais palavras? Para quê?